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12 de Novembro - Dia Mundial da Pneumonia | Saiba como diagnosticar e prevenir a infecção

Os dados da pneumonia no Brasil

Em 12 de Novembro, celebra-se o Dia Mundial da Pneumonia. Com o objetivo de conscientizar a população sobre os perigos e as formas de prevenção da doença, desde 2009 a Organização Mundial de Saúde (OMS) propõe a data para discutir o tema. A pneumonia segue sendo a principal causa de morte em crianças de até 5 anos de idade, apesar das taxas de mortalidade estarem em queda desde a década de 90. Entre janeiro e agosto de 2018, quase 500 mil pacientes foram hospitalizados e mais de 430 mil foram internados com diagnóstico de pneumonia no Brasil.

O que é pneumonia?

Trata-se de uma infecção nos pulmões provocada por bactérias, vírus ou fungos. As principais manifestações clínicas são: tosse com expectoração; dor torácica que piora com movimentos respiratórios; respiração rápida e ofegante; crepitações; hipoxemia; mal-estar geral e febre. O paciente ou o responsável devem ficar atentos aos primeiros sinais e procurar auxílio médico assim que os sintomas surgirem, especialmente no caso de pacientes de risco, como crianças e idosos, além de portadores de outras doenças crônicas. 

Por isso o diagnóstico precoce é tão importante quanto o tratamento, já que impede o agravamento da doença. A radiografia de tórax é uma forma de diagnosticar a pneumonia e avaliar sua extensão. O tratamento é feito com antibióticos devidamente prescritos pelo médico pneumologista.

A importância da vacina contra a pneumonia

Há uma vacina anti-pneumocócica que é uma excelente forma de prevenção para pneumonia bacteriana, causada pela bactéria pneumococo. A imunização diminui a intensidade dos sintomas, evitando o agravamento e a mortalidade nessa versão da doença. 

A vacina faz parte da medida de fortalecer o sistema imunológico. Como quadros de gripes e resfriados podem facilitar o desenvolvimento da pneumonia bacteriana, vale também tomar a vacina da gripe como forma de prevenção. Porém, a prioridade continua sendo para as populações mais suscetíveis: adultos com idade igual ou superior a 60 anos, portadores de doenças crônicas, imunossuprimidos, gestantes, cuidadores de idosos e de crianças, profissionais da saúde, indígenas, população carcerária, tabagistas e asmáticos.

Fonte: Medical Site

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